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Carol Barreto

Estou com muita vontade de fazer uma visita a uma amiga que tenho grande admiração a designer Carol Barreto. Essa baiana cheia de estilo e irreverente que muito me ensinou sobre todo esse universo fashion e da arte, agora além de uma grande educadora se lançou no mercado de moda com sua marca, que leva o seu nome, localizada no free Shop do Rio Vermelho em Salvador. Sua participação no ultimo concurso do Shopping Barra só veio mais uma vez mostrar o quanto seu talento vem despontando, vale a pena conferir alguns looks.




E para quem gostou basta conferir o face da marca:Carol Barreto Store
Beijos beijos

Tom Binns

De fato que os tons de neons ainda não saíram de moda e como já podemos acompanhar nas trend de inverno eles continuarão iluminando, e um item que vem ganhando destaque são as peças do designer Tom Binns, em especial seus colares que recebem uma resina colorida, além de original é bem divertido,  foi o adorno da estação escolhido pela nossa It girl (linda) Miroslava Duma!





De fato que são peças vendidas somente no exterior, mas nada de desespero basta um colar e esmaltes coloridos para fazer o seu próprio Tom Binns inspired. O que acham da dica?!?

Beijos Beijos
Gesik Gila

Conjuntinho 70'a


Mininas, nada melhor do que o vale a pena ver de novo para podermos analisar o vai e vem da moda, claro que a cada ano as tendências que voltam ganham um ar mais atualizado, mas provem da mesma inspiração assim como os metais cuff, as saias longas, as estampas tropicais e a barriga de fora tudo que estamos vendo novamente nas passarelas e nas ruas!
E quem não lembra dos shorts de tecido com cintura alta?!?! Para melhorar as lembranças só falta falarmos dos blazers que faziam conjuntinho com eles (rsrsrs) tenho tantas lembranças com isso!! Nada de ficar só na lembrança podemos começar nas nos vermos novamente nesses look combinados, o must it deste verão!


Já podemos usar alguns look de passarela e das fashionistas de plantão para inspirar as nossas próximas compras!!

H&M em: " Todas querem Versace"



Novidades quentinhas do mundo fashion mininas, todas podem admirar, afinal a Donatella Versace nos presenteou com a sua parceria com a H&M para felicidade do hemisfério Norte, já são peças para a próxima estação. Com muito estilo, brilho e estampas que são identidades da Versace; dia 17 de Novembro a coleção já estará disponível; quem está de passagem na mão foi premiada.


O que acharam da coleção?!?
Bizus

YLS


Mininas, o cine cult traz a diversas cidades o circuito itinerante de diversos filmes (clássicos, documentários, curtas ...) de volta as telinhas! Adoro esse conceito de trazer filmes com um conteúdo diferente dos milhões de filmes clichê que assistimos no domingão com as amigas para dispensar o tédio! 
E em Aju city rolou um longa lindo, que interessa a todas as fashionistas, afinal é um biografia do nosso ícone Yves Saint Laurent e sua vida, contanto desde fofoquinhas, o relacionamento com o empresário Pierre Bergé, até sua trajetória na moda ilustrando todas as suas grades criações que reviraram a cabeças
de todas as mulheres no começo da década de 50 e até os dias atuais; o filme conta ainda com entrevistas de amigos do estilista e materiais do seu arquivo (hoje preservado em um instituto). 


Super recomendo!! Bizus

Bloco de cores para alegrar


Ai que tudo essa tendência do Color bock não é mesmo mininas? Todas ficaram maluquinhas com o desfile da Gucci que seguiu a risca essa trend, lindo na passarela, mas como adaptar a vida real?!? E como combinar cores oposta???




Muita calma nessa hora, até para descombinar no mundo da moda ha estudos de cor, uma das mateiras que temos é cor aplicada a projetos para descobrirmos como as cores poderão ser usadas, as questões de mercado  (objetos de limpeza geralmente são azuis, e alimentos sempre tem tons vermelhos em sua embalagem), a psicologia das cores e há também uma diferença a depender da superfície que irá trabalhar que engloba a química para descobrir a reação do pigmento, enfim já viu que estudar cores é bem mais complexo do que se parece, mas vou ensinar de forma bem prática como escolher as cores para o seu look color bock.


Tudo parte de um circulo básico de cores, o qual temos as cores primarias e secundarias da pigmentação, partindo delas e do jogo de sombra de luz é que surgem os outros tons que conhecemos; a técnica Tríade harmônica funciona bem e a a mais usada. Se colocar um triângulo de três lados iguais dentro do circulo, descobre quais são as tríades. Fica bem legal já que a tendência é usar 3 blocos de cores, tem aquelas que preferem utilizar quatro tonalidades, utilizando um "x" no circulo cromático ou até mesmo a combinação das cores primarias e secundarias com a terciária (que é a união das duas) como o magenta e o vermelho que dão origem ao tom alaranjado (bem esse que está na moda) . Agora é só escolher seus tons favoritos e montar seus looks.

 Facilitou ou não?!?! Então podem arriscar novos tons no color bock. Bizus

Love Cardin

Além de um grande criador é um marco na moda, isso mesmo Pierre Cardin, ele esteve no Brasil e acreditem que teve exposições,  desfiles e palestras! Quem ama moda sabe da importância que ele teve na moda feminina, quem não sabe lê no Garra!!

Italiano, no pós guerra foi estudar arquitetura na França, depois de passar por alguns ateliês como o de Elsa Schiaparelli, até que se tornou chefe da grife Dior.
Em 1950 abriu sua própria marca, que ficou conhecido por sua inspiração em uma era futurista, quem não lembra do seus famosos vestido na década de 60?!? Formatos geométricos e cores contrastes!





Quando passou por São Paulo ele esteve no Altas Horas, fizeram um linda homenagem e o desfile de algumas das peças que estiveram em exposição. Olha só o que rolou no  na telinha!!

  






Biju bijuss

Ser Armani

Giorgio Armani nasceu no norte da Itália, cresceu na depressão da segunda guerra e após dois anos na universidade de medicina serviu ao exercito e encontrou sua grande vocação: ser design!

Depois de passar alguns anos como vitrinista e assistente de compras de uma loja de departamento Giorgio começou a alçar vôos mais altos, o que levou a parceria entre Armani e Galeotti na marca Nino Cerruti que foi fundamental para ambos, tanto em suas vidas pessoais como nos negócios. Foi Galeotti, com seu entusiasmo e confiança total no talento de seu parceiro que incitou Giorge Armani a se tornar uma griffe, ele também que fez a expansão do publico alvo visando atender ao novo guincho de mercado; a ascensão feminina na sociedade era efetiva e suas necessidades como profissional sem esquecer que antes de qualquer coisa ela era uma mulher.

Em poucas palavras Armani ganhava o mundo: “Meu estilo certamente começou a ser formado ao ver a sobriedade com que minha mãe se vestia, evolui dentro de minha a crença inabalável de que conforto e simplicidade podem ser extremamente elegantes.” Hoje o “Rei da moda italiana” vive seu septuagésimo sexto aniversário; um mito que se mantém intacto no mundo efêmero e efervescente da moda.

Designer da Vez: Alexandre Birman herdeiro de talento.

E bem fato que a profissão make shoes está em alta, o que de certa forma eu adoro por ter um mercado em crescimento na profissão que almejo, o fato é concorrer com Alexandre Birman. É esse não (mais) é só o queridinho das Brasileiras, ele vem ganhando forças no mundo todo com seus calçados, herdeiro da grande marca brasileira Arezzo e do talento familiar também, Birman seguiu os seus próprios passos. Seu primeiro par de calçados foi confeccionado aos 13 anos de idade e aos 19 abriu a Schutz uma das maiores redes do setor no Brasil, Birman possui também uma loja que leva sua assinatura na Rua Oscar Freire, referência de grandes marcas em São Paulo, 13 metros quadrados com um atendimento personalizado assim ele faz a alegria dos pés femininos; e a novidade?? Gossip Girls é nada mais nada menos essa é a sua publicidade, o seriado teen que lança tendências no mundo tudo. Está nos pés e no roteiro de celebridade dão impulso aos negócios e vem fazendo o designer brasileiro ganhar o mundo.

Zuzu ,uma história de amor a frente do seu tempo!


Entre os anos 60 e 70, ousadia, criatividade, inovação, coragem, charme, envolvimento e anti- militarismos era sinônimo de Zuleika, ou melhor, Zuzu Angel.
Uma mulher nascida em Curvelo, Minas Gerais, ingressou no universo da moda através de trabalhos beneficentes no grupo Pioneiras Social, liderado pela primeira dama Sarah Kubitschek. Apesar de Criar ela se denominava costureira, foi então que em 1967 realizou um desfile no Copacabana, que despontou na moda com suas saias amplas e barrigas a mostra. No mesmo ano realizou seu primeiro desfile em New York, onde conquistou definitivamente o público e a crítica norte-americana.

Uma das primeiras estilistas a fazer uma moda brasileira; rendas, tecidos e motivos locais que trouxeram identidade a nossa moda.
“-Sempre me orgulhei de meu país, de minhas tradições, do que é meu. Foi minha autenticidade que me abriu as portas da fama.” Zuzu Angel.
Além da criação Zuzu também implantou um novo sistema de moda no Brasil, ela passou a trabalhar com produção em série, conhecida atualmente como fashion fast, e não apenas modelos exclusivos alcançando outra classe social que também passou a ter acesso a modelos assinados por estilistas . Ela passou a desenvolver duas coleções uma Day-by-day e outra Holiday.
“-Eu procuro explicar que a moda não é frivolidade, mas sim comunicação.” Zuzu Angel.
Em meio a seu prospero negócio que ganhava reconhecimento nacional e internacional, Zuzu passou por uma triste história, mais uma de diversas durante a ditadura militar. Mulher, mãe de três filhos, divorciada, durante cinco anos foi movida pelo desaparecimento de seu filho Stuart, sua luta contra o direito de enterrar seu filho fez dela uma imagem publica contra o militarismo, evidente que suas denúncias e indignação não agradaram, mas esse desconforto foi encerrado em Abril de setenta e seis quando um acidente de carro matou a estilista que enfim foi silenciada.

Hoje possui um institudo de moda com o nome da estilista em sua homenagem.
http://www.zuzuangel.com.br/

Com que roupa eu vou, para o samba que você me convidou!

A pesar de ser mangueira declarada, esse ano minha torcida vai para um outra escola de samba, Porto da pedra, que veio com um enredo que mostrava a evolução da indumentaria, passando pela evolução da moda, modos e costumes dos homens!



Samba enredo Com que roupa eu vou para o samba que você me convidou:
Autores: Bira –Porkinho – Heitor Costa
Intérprete: Luizinho Andanças

PORTO DA PEDRA EU SOU
EU SOU O AMOR DESTA CIDADE!
PRO SAMBA QUE VOCÊ ME CONVIDOU
EU VOU VESTIR FELICIDADE

SONHAR O FIGURINO DO ARTISTA
ACREDITAR NESTA CONQUISTA, PRA VAIDADE CULTIVAR
HÁ MUITO TEMPO O HOMEM DEU NO COURO,
ENCONTROU ESSE TESOURO,
DE ROUPA RESOLVEU CHAMAR.
MAS EIS QUE O OBJETO DO DESEJO
NA MAGIA DO LAMPEJO, SE APROXIMOU DE Deus
O TEMPO É UMA RODA QUE NÃO PARA,
QUANDO A RAZÃO SE FEZ MAIS CLARA,
A HUMANIDADE RENASCEU

EU SEI QUE A ARTE CAMINHOU
MODÉSTIA À PARTE ENCONTROU
NA MODA A LUZ DA EMOÇÃO,
EM CADA ESTILO UMA EXPRESSÃO

SOU O CORTESÃO DA MINHA ARTE,
EU SOU ROCOCÓ DESSA FOLIA
AO VESTIR SIMPLICIDADE,
O NOVO MUNDO INICIA
MUDAR O VISUAL EM CADA ESTAÇÃO
MODELO, SONHO, NOVA COLEÇÃO
AO DESFILAR O CARNAVAL
NA PASSARELA A BRASILIDADE
BELEZA É FUNDAMENTAL, PERDOE A SINCERIDADE

PORTO DA PEDRA EU SOU
EU SOU O AMOR DESTA CIDADE!
PRO SAMBA QUE VOCÊ ME CONVIDOU
EU VOU VESTIR FELICIDADE



Pré-historia


Era Elizatana.



Maria Antonieta e o rococo.


Moda até o século XX, Coco chanel à Neomi.

Moda brasileira!!

Publicidade, a alma dos negócios!

As campanhas publicitarias de Alexandre McQueen sempre causaram assim como suas criações, vamos relembrar algumas das suas campanhas!

Puma


Vogue Fashion


Dazed & Confused


Alexandre McQueen marca



A sua ultima campanha verão 2010 causou um peculiar furor no mundo da moda, McQueen escalou o infame fotógrafo Nick Knight, uma das top models mais importantes do mundo, a brasileira Raquel Zimmermann, e nada menos do que 30 cobras pintadas para a sua campanha primavera/verão 2010. Raquel Zimmermann parece fazer parte deste mundo de “répteis de Atlantis” criado por Knight.

Mais sobre a carreira de McQueen Blog LP:
http://msn.lilianpacce.com.br/home/alexander-mcqueen-retrospectiva-homenagem/

RIP Alexander McQueen

McQueen é referencia de moda para qualquer fashionista, com seu estilo irreverente, suas criações sempre cheias de conteúdo, intrigavam e surpreendia os seus admiradores.

Lee Alexander McQueen, e ele era o mais novo de uma família de 6 filhos. McQueen deixou a escola aos 16 pra trabalhar da Anderson & Sheppard, na mítica Savile Row, com clientes do porte de Príncipe Charles e Mikhail Gorbachev.
Aos 20 anos, integrou a equipa do criador de moda Koji Tatsuno e um ano depois estava em Milão para ser assistente de Romeo Gigli. Depois de regressar a Londres, completou em 1994 o curso de design de moda na Central St Martins College, uma das mais famosas escolas de formação do sector, de onde saíram, entre outros, John Galliano ou Stella MacCartney. Seria a coleção que criou como trabalho final de curso que o aproximaria de Isabella Blow, uma das figuras mais enigmáticas do mundo da moda. A coleccionadora e "fashionista" Blow comprou toda a colecção de McQueen, assinado uma amizade que seria reforçada até 2007, data da sua morte por suicídio, um dos episódios mais dramáticos da vida do criador britânico até à morte da mãe este ano.
Em 1996, foi convidado para a direcção artística da Givenchy, de onde partiu para dirigir em 2001 a Gucci e depois decidiu criar a sua própria marca no seio de um dos dois maiores grupos da indústria do luxo, o francês PPR, concorrente da Louis Vuitton-Moet Henessy.
Na década seguinte, McQuenn tornou-se um dos criadores de moda mais respeitados do mundo, tendo sido distinguido por quatro vezes com o prémio de designer de moda britânico do ano, bem como designer de moda internacional do ano pelo Conselho de Designers de Moda - a mais prestigiada distinção da indústria
Também fez parceria com Puma e Target.

O mundo fica mais démodé, Alexander McQueen foi hoje (10 de janeiro de 2010) encontrado morto em sua casa, suspeita de suicídio, em Londres. A sua morte, aos 40 anos, surge a dias do início da semana de moda londrina e a um mês da apresentação da sua nova colecção em Paris. Muitos atribuem sua morte a morte de sua mãe, que ocorreu a dias atrás no dia 3/02. No mesmo dia, ele escreveu em seu twitter: “Estou deixando meus seguidores saberem que minha mãe faleceu ontem, se ela não pode me ter vocês também não RIPmamãexxxxxxxxx.”, pra em seguida dizer “mas a vida precisa seguir em frente”. No dia 7/02, mais um tweet: “noite de domingo, tem sido uma semana terrível, mas meus amigos têm sido ótimos, agora preciso de alguma forma me recompor”.


"Lee McQueen influenciou toda uma geração de designers. Sua brilhante imaginação não conhecia limites já que ele trazia criações extraordinárias coleção após coleção."
Alexandra Shulman, editora da Vogue inglesa (para BBC)

"Mcqueen mostrou ao mundo em poucas e boas palavras a coragem de um artista que não tinha medo de se expor. Escolheu um final não menos corajoso. "
Alexandre Herchcovitch, estilista

Sobre alguns tipos de calçados


Para as mulheres, sapatos são acessórios essenciais, que carregam uma enorme carga de identidade. Eles são uns dos maiores objetos de desejo feminino, são os artigos que complementam o look, dando um toque final e, muitas vezes, chamando bem mais a atenção que a própria roupa. Não é à toa que as mulheres são simplesmente apaixonadas pelo famigerado acessório. Vamos conhecer um pouco mais sobre os tipos de calçados e sua história.



Alpargatas ou Alpercatas: Calçado fabricado com lona e solado de corda, originário dos países mediterrâneos, também conhecidos como espadrille. Disponíveis em várias cores, as alpargatas foram depois também confeccionadas com solados de borracha. O artista plástico espanhol Pablo Picasso costumava usá-las muito e, no Brasil, foram produzidas pela São Paulo Alpargatas S.A. com o nome de Alpargatas Roda.



Babuche: Originária dos países árabes, as babuches ou babuchas são chinelos sem salto, geralmente de couro, adotadas por homens e mulheres. No Brasil, foram muito usadas nos anos 60 e 70 e voltaram ao cenário da moda a partir do início do ano 2000. As marroquinas são as mais conhecidas, podendo sem simples ou rebordadas com grande requinte. Em Marrakech, babuches em couro com monograma da francesa Louis Vuitton, obviamente falsificadas, são vendidas nos mercados.



Birkenstock: Fundador de uma longa dinastia, Johann Adam Birkenstock aparece nos registros alemães como fabricante de calçados desde 1774. Em 1897, seu neto Konrad Birkenstock não se conformava com o fato de os calçados não seguirem a mesma forma do arco plantar dos pés e passou a desenvolver um projeto para criar um novo tipo de palmilha. Assim, em 1902, foi criada a primeira palmilha com o formato anatômico dos pés, a qual foi rapidamente distribuída na Alemanha. Em 1925, Carl Birkenstock entrou para a empresa e a palmilha foi exportada para outros países europeus. Em 1964, Karl Birkenstock, filho de Carl, desenvolveu a primeira sandália Birkenstock que, em 1966 foi levada para a América por Margot Fraser. Logo depois, foi inaugurada a Birkenstock USA. A sandália era composta por uma base de cortiça em forma anatômica, acamurçada na parte onde se coloca os pés, sendo arrematada por duas tiras de couro com fivelas laterais. Possuía, ainda, uma fina camada de borracha em sua sola. Em 1969, inúmeros jovens presentes ao Festival do Woodstock calçavam as famosas sandálias, que, até então, ainda não eram consideradas intens fashion. Trinta anos depois, em 1999, a loja Anatômica, na rue du Bourg-Tibourg na centralizadora Paris, já era o endereço procurado por franceses e inúmeras pessoas de outros países que ali podiam adquirir as sandálias, calçados e tamancos em couros e cores diferentes. No início do século XXI, a moda das sandálias estourou e, a partir de 2002 inúmeras lojas no Brasil têm comercializado cópias do modelo alemão.


Sandália - calçado que é preso aos pés por meio de tiras. É o mais comum e versátil dos tipos de calçados, e seu salto pode ser desde tamanho alto até sandálias sem salto.

Meia-pata é a plataforminha que sustenta a parte da frente do sapato, com um salto não tão fininho logo atrás. Ela é quase um meio termo entre a plataforma anabela e o salto agulha (não tão pesado quanto o primeiro, nem tão leve quanto o segundo). A gente pensa nelas como a evolução da plataforma sabe? E olha que elas eram usadas já na Grécia Antiga, pelas gueixas japonesas e na Europa no século XVI. Cada meio à sua maneira. Lá pelos anos 1930/40, elas começaram a ficar famosas nos Estados Unidos e no Reino Unido, mas só por volta dos anos 1970 que elas viraram febre. Naquela onda glam dos roqueiros.

Peep Toe - sapatos que mostram pelo menos um dos dedos do pé, famoso por está presente nos pés da nossa pequena notavel (Carmem Miranda), e pin-up hit na decada de 30.



Bota: Calçado geralmente confeccionado em couro, adotado por homens, mulheres e crianças, envolvendo os pés e com altura variável na perna. Tem sido usada há séculos e, atualmente há modelos de botas para a prática de esporte, para determinados tipos de trabalho e também para a prática da caça.
As botas curtas e brancas criadas por André Courrèges, as da inglesa Mary Quant, que iam até a altura dos joelhos, e as botinhas curtas dos Beatles foi ícone de moda dos anos 60.
No Brasil, Roberto Carlos e grande parte dos integrantes da Jovem Guarda (1965 – 1968) usaram botinhas inspiradas nos modelos do quarteto inglês. Ainda nos anos 70, jovens brasileiras, principalmente do Rio de Janeiro e São Paulo, adotaram o uso de botas longas com shorts, geralmente de couro, complementadas por meias de colorido ou não. Eram famosas, ainda nessa década, por sua qualidade e design, as botas da marca paulistana Altemio Spinelli, que também tinha lojas no Rio de Janeiro. A parir dos anos 80, as botas apareceram na moda em inúmeros modelos, com diferentes bicos, em couro liso ou estampado, em vinil, com salto alto, baixo ou totalmente plano. Na moda, continuam aparecendo pelo século XXI adentro os cuissardes (botas até a metade das coxas), as botas caubóis, as de espírito roqueiro ou punk ou as do tipo fetichista, com laçadas frontais.
A partir do final do século XX, as botas pesadas – ou coturnos – eram usadas igualmente por jovens de ambos os sexos e o visual contrastante adquirido pelo uso do calçado mais pesado com o vestido mais leve ganhou popularidade entre as adolescentes.



Botina e Ankle Boot: são botas que não têm cano, ou que o cano é baixo; no máximo até o tornozelo, geralmente de couro, fechada por botões, cadarço ou elástico. Seu uso era comum no século XIX, quando os modelos femininos eram abotoados ou fechados por laçadas. Nas primeiras décadas do século XX, eram muito usadas por crianças e, nos anos 70, as do tipo mateiro, com elástico bilateral, foram adotadas pelos jovens como complementação dos jeans e camisetas.



Escarpim ou Escarpim: Palavra derivada do italiano scarpino que, em português, segue a pronúncia do francês escarpin, ou seja, escarpan. O escarpin é um sapato feminino, leve, ligeiramente cavado na altura dos dedos e com salto.



Mocassim: Os algonquinos, povos indígenas de algumas partes dos Estados Unidos e Canadá já usavam a palavra mokasin para referir-se a seus calçados de couro e, em inglês, a palavra moccasin é usada para denominar um tipo de calçado simples e baixo.
Os confeccionados pelos índios norte-americanos são calçados leves de couro, com parte superior e inferior costuradas à mão com pontos largos, sem salto, bastando enfiar o pé para calçá-los. Interpretações coloridas desses mocassins apaches, com enfeites e bordados de miçangas têm reaparecido continuamente na moda contemporânea. Já os modelos mais estruturados do século XX foram chamados de loafers pelos ingleses e americanos. Os chamados penny loafers, com uma tira com pequena abertura por cima da gáspea, receberam esse nome nos anos 50, quando os americanos costumavam guardar uma moeda de um penny nessa pequena fenda para possíveis pequenos gastos ao sair de casa. Os mocassins com bridões, lançados pela italiana Gucci na década de 1960 tornaram-se um clássico, foram produzidos com solados de couro ou borracha e têm sido copiados no mundo inteiro.




Mule: Calçado do tipo chinelo, com salto e calcanhar descoberto usado desde o século XVI na França. As mules eram frágeis, confeccionadas em tecido e adotadas por homens e mulheres, sendo a distinção feita pelo pequeno salto presente nos modelos femininos. A partir do século XX, passaram a pertencer exclusivamente ao guarda-roupa das mulheres, tendo sido grande moda a partir de 199. As mules do início do século XXI foram fabricadas mos mais variados tipos de couro, saltos e bicos, servindo como complemento para inúmeros trajes, particularmente para as calças Capri, reeditadas no início da década de 2000. No Brasil, o exagero em relação aos bicos, extremamente pontudos foi depois compartilhado com versões de ponta quadrada.


Brogue: Modelo de calçado rústico usado por irlandeses em torno de 1790. Atualmente, o nome faz referência a um dos tipos de Oxford, os clássicos sapatos masculinos de amarrar.
Oxford: Modelo de sapato de couro de amarrar. Os sapatos Oxford possuem vários tipos, sendo o brogue e o derby os mais conhecidos.
O brogue originou-se na Irlanda como um calçado resistente para camponeses e, com o passar do tempo sofreu modificações, sofisticando-se e recebendo outros nomes.
O Cap-toe Oxford ou Derby tem uma segunda camada de couro em sua ponta, podendo ou não apresentar pespontos ou perfurações.
Ainda que seja tentada uma precisão na descrição e definição dos modelos, é sabido que, tanto na Europa quanto no Brasil e nos Estados Unidos, estes calçados possuem inúmeras variações de acordo com seus fabricantes.



Clogs: Calçado com solado em madeira, PVC ou cortiça, fabricado em inúmeras versões e modelos.
Nos anos 50 e início dos anos 60, eram comuns os tamancos grosseiros, compostos por uma base em madeira e uma tira larga, por onde se passava o pé. Eram os tamancos de português, chamados dessa maneira por serem usados principalmente por porteiros de prédios, na sua maior parte, imigrantes e por trabalhadores como os compradores de jornais velhos e de garrafas que, por puxarem um grande carrinho de madeira de duas rodas atrás de si mesmo eram apelidados maldosamente de burros-sem-rabos. Na década de 70, os tamancos de madeira ortopédicos e os tamancos conhecidos por tamancos suecos ou holandeses tornaram-se grande moda no Rio de Janeiro.



Sapatilha - calçado de bailarina, que ganhou forças em sua versão rua.



Tênis – utilitario esportico que virou febre em New York como moda de rua alternativa hoje é item indispensavel em qualquer guarda roupa, um tipo de calçado bastante unissex.

http://www.ladom.com.br/comportamento/oqep-modelos-de-calcados-femininos/
O lado masculino sobre os calçados femininos, muito bom.
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